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As pesquisas do mercado de beleza são unânimes: o brasileiro é um dos povos mais vaidosos do mundo. No ranking de cirurgias plásticas realizadas anualmente, o país disputa a liderança com os Estados Unidos há alguns anos, segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica e Estética. Mais de um milhão de procedimentos desse tipo são realizados anualmente no Brasil. A análise dos dados sobre a venda de cosméticos corrobora a conclusão de que a vaidade é uma das principais preocupações da nossa população. O Brasil é o quarto maior mercado consumidor desse segmento no mundo, de acordo com a Associação Brasileira de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos.

Tanto apreço pela imagem não poderia deixar de incluir a boca e os dentes. Apesar de não haver ainda pesquisas formais sobre o assunto, os cirurgiões-dentistas evidenciam aumento considerável na procura pelo clareamento dental. Fato é que um sorriso harmônico, com dentes alinhados e brancos, se tornou a meta de muita gente, mudando radicalmente a prioridade anterior, que era restrita à saúde oral.

Vale ressaltar, no entanto, que, por mais simples que pareça o clareamento, o procedimento não é exclusivamente estético e requer muito critério. A orientação de um cirurgião-dentista é imprescindível. Somente um profissional saberá orientar com segurança a concentração ideal do produto, a frequência, a maneira correta de aplicar o gel e o grau de branqueamento possível.

Com a idade, os dentes escurecem e isso ocorre porque o esmalte se desgasta, tornando a dentina (tecido que está por baixo e que determina a coloração dental) mais visível. A dentina vai se tornando mais densa, o que deixa os dentes mais escuros. O consumo constante de açaí, café e outros alimentos e bebidas que possuem em sua composição grandes quantidades de corantes, naturais ou artificiais, interferem na pigmentação, assim como fatores genéticos e má higiene. Além disso, o uso de tabaco e até de alguns medicamentos influencia a tonalidade.

O processo de clareamento dos dentes ocorre por meio de produtos químicos como o peróxido de carbamida e o peróxido de hidrogênio. Atualmente existem dois tipos de clareamento e ambos devem ser feitos com a supervisão de um cirurgião-dentista: o clareamento de consultório e o clareamento caseiro.

No consultório, a manipulação é feita exclusivamente pelo profissional, que utiliza produtos com peróxido de hidrogênio, três vezes mais potente que o peróxido de carbamida utilizado na técnica caseira, com ou sem a ativação de luz ou laser. A diferença aparece em uma ou duas seções, que duram em torno de uma hora. Nesses casos, a gengiva deve ser isolada, pois o material utilizado pode causar irritações nas mucosas orais.

Já no clareamento caseiro, o cirurgião-dentista confecciona uma moldeira personalizada para o paciente, fornece o gel com a concentração ideal para o caso e monitora semanalmente sua evolução. O manejo e a utilização são realizados em casa até mesmo durante o sono. O resultado surge entre três e quatro semanas. Diferentes concentrações do peróxido de carbamida, mais utilizadas na técnica caseira, vão de 10% a 22%.

No entanto, nem sempre o tom desejado é alcançado e isso acontece porque o esmalte do dente é translúcido, mas a dentina tem o seu próprio matiz, que normalmente varia do amarelo ao laranja. Ou seja: quanto mais fino for o esmalte, mais se percebe o matiz da dentina. Durante o processo de clareamento, a cor do dente não é alterada, mas sim a saturação, o “croma” dessa cor para mais ou menos saturado. Há pacientes nos quais não há significativa alteração no grau de saturação. Daí que, antes de iniciar o clareamento dental, é preciso estar ciente dessa possibilidade.

Como todo procedimento, o clareamento também possui contraindicações. O indivíduo com dentes muito restaurados (já que o gel não age sobre a resina), não obterá a ação efetiva do clareador, assim como pessoas com próteses e implantes. O procedimento também não é indicado para quem está passando por um tratamento médico sistêmico e debilitante. Além disso, não se deve fazer o clareamento em pessoas com menos de 18 anos e gestantes. Nos casos de quem possui manchas causadas pelo uso do antibiótico tetraciclina, hipoplasiadentinária, fluorose dentária, técnicas combinadas poderão ser aplicadas a critério do cirurgião-dentista.

A sensibilidade dentária também representa um risco, que ocorre devido à agressividade do produto utilizado durante o clareamento. Normalmente essa sensibilidade dura entre 15 dias e um mês. No clareamento caseiro, que possui um gel mais fraco, os casos de sensibilidade são menos frequentes. Para evitar esse desconforto, o cirurgião-dentista pode aplicar, antes e após o procedimento, um gel dessensibilizante que auxilia na remineralização do esmalte.

O perigo do uso indiscriminado
Desde fevereiro de 2015 existe uma resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que determina controle na comercialização de clareadores dentais. Com isso, a prescrição emitida pelo cirurgião-dentista, legalmente habilitado e inscrito no conselho profissional, deve ser exigida durante a compra desses produtos.

Infelizmente essa regra nem sempre é seguida e kits de clareamento podem ser encontrados à venda, principalmente na internet. O problema é que esses produtos quase sempre são anunciados por pessoas leigas no assunto, que não fornecem a procedência nem a composição do clareador, colocando a saúde dos usuários em risco.

O uso indiscriminado e sem orientação de um cirurgião-dentista pode causar até mesmo danos irreversíveis. Os problemas vão desde inflamação nas gengivas e sangramento, até ulceração, necrose da polpa (morte do nervo dental) e fraturas no dente.

Vale ressaltar que a resolução não tem como foco proibir o uso desses produtos pela população, mas esclarecer que os géis clareadores são destinados ao tratamento odontológico, cuja indicação terapêutica necessita de avaliação e acompanhamento do cirurgião-dentista. Sem a supervisão de um profissional competente, a população estará sujeita aos riscos da automedicação.

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O que é?
A extração do siso é uma cirurgia para a retirada dos dentes terceiros molares, conhecidos também como dentes do siso ou dentes do juízo. A cirurgia de extração do siso pode ser feita quando os dentes já nasceram ou mesmo para dentes que não vão nascer – é o chamado dente do siso incluso.

Qual médico realiza a cirurgia
Cirurgião dentista ou cirurgião bucomaxilofacial

Indicações
A extração do siso deve ser feita apenas quando os dentes do siso não nasceram adequadamente na boca. Caso o dente esteja presente na boca e não comprometa a arcada dentária, ele funciona como os demais dentes do fundo, na fase final da mastigação, e não precisa ser retirado. A indicação de extração do siso se relaciona a:

– Incapacidade de higiene adequada dos dentes do siso por falta de acesso com as escovas
– Pressão ou empurramento nos dentes vizinhos que gere riscos de traumas e/ou perdas do alinhamento dos dentes
– Alterações na normalidade da mordida e da fala motivadas pela presença dos sisos
– Dentes inclusos: que não conseguem “nascer” pela falta de espaço ou má posição dentro dos maxilares
– Sisos tomados por infecção recorrente, como cárie ou doença periodontal de tratamento complicado
– Sisos em contato com a raiz dos segundos molares, podendo gerar dor e necessidade de tratamento de canal no futuro
– Caso os sisos estejam gerando dor em outras partes da face, como mandíbula e ouvidos, já tendo sido investigadas outras possíveis causas para as dores.

Quem não pode fazer
Não existem contraindicações muito severas com relação à extração dos sisos. No entanto, pacientes que estejam com a saúde comprometida ou inflamações do local, por exemplo, devem considerar adiar o procedimento. Dependendo da indicação cirúrgica, o paciente também pode optar por outros tratamentos que não a extração dos sisos para resolver seu problema. Tudo dependerá do quadro do paciente e da opinião do especialista.

Tempo do procedimento
A duração da extração siso varia conforme a dificuldade da cirurgia e quantidade de dentes que será retirada. Em média, a cirurgia de extração do siso leva menos de 30 minutos para ser feita (por dente), podendo em alguns casos mais fáceis demorar 5 minutos até, mas pode ser que leve mais tempo conforme o quadro do paciente.

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O que é ATM?
É a articulação temporomandibular, uma articulação que liga o maxilar ao crânio. A DTM é a disfunção da articulação temporo mandibular que pode, por exemplo, não estar funcionando adequadamente. Essa articulação é uma das mais complexas do corpo humano, responsável por mover a mandíbula para frente, para trás e para os lados. Qualquer problema que impeça a função ou o adequado funcionamento deste complexo sistema de músculos, de ligamentos, de discos e de ossos é chamado de DTM. Geralmente, a DTM dá a sensação ao indivíduo acometido de que sua mandíbula está saltando para fora, fazendo um estalo e até travando por um instante. A causa exata desta disfunção, em geral, é impossível de ser identificada.

Quais os sintomas da DTM?
Disfunções de ATM apresentam muitos sinais e sintomas. É difícil saber com certeza se você tem DTM, porque um destes sintomas ou todos eles podem também estar presentes em outros problemas. Seu dentista poderá ajudá-lo a fazer um diagnóstico preciso, através de uma história médica e dentária completa, um exame clínico e de radiografias adequadas.

Alguns dos sintomas mais comuns de DTM são:

• Dores de cabeça (freqüentemente parecidas com enxaquecas), dores de ouvido, dor e pressão atrás dos olhos;
• Um “clique” ou sensação de desencaixe ao abrir ou fechar a boca;
• Dor ao bocejar, ao abrir muito a boca ou ao mastigar;
• Mandíbulas que “ficam presas”, travam ou saem do lugar;
• Flacidez dos músculos da mandíbula;
• Uma brusca mudança no modo em que os dentes superiores e inferiores se encaixam.

Como tratar a DTM?
Embora não exista uma cura para a DTM, existem diversos tratamentos que você pode seguir para diminuir consideravelmente os sintomas. Seu dentista pode recomendar um ou mais dos seguintes tratamentos:

• Tentar eliminar a dor e o espasmo muscular através da aplicação de calor úmido ou através de medicamentos como relaxante muscular, aspirina ou outros analgésicos comuns, ou ainda antiinflamatórios;
• Reduzir os efeitos prejudiciais de travamento ou rangido, por meio de um aparelho, algumas vezes chamado de placa de mordida ou “splint”. Este aparelho, feito sob medida para sua boca, se encaixa nos dentes superiores e ao deslizar sobre os dentes inferiores impede estes dentes inferiores de ranger contra os dentes superiores;
• Aprender técnicas de relaxamento para ajudar a controlar a tensão muscular na mandíbula. Seu dentista pode sugerir que você procure condicionamento e aconselhamento para ajudar a evitar o estresse;
• Quando partes da mandíbula são afetadas e os tratamentos não surtiram efeito, uma cirurgia na articulação poderá ser recomendada.

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É notório que com o avanço da idade, existe a inevitável diminuição das funções biológicas e vitais, bem como o aumento na manifestação de enfermidades e disfunções em todo o organismo.

O avanço das ciências da saúde, particularmente da medicina, criou possibilidades para aumentar consideravelmente a vida do ser humano, frequentemente com boa qualidade.

Ainda assim, com frequência, nos deparamos com dois tipos bem distintos de idosos:

– Aqueles que realmente exercem a vida em todas as suas atividades, com real interesse e vitalidade;
– E aqueles que “se mantém vivos”, por forças de medicações e cuidados médicos.

O primeiro é ávido por aprendizado, por novidades e busca constantemente viver cada momento de sua vida, com toda a vivacidade possível. É vaidoso, arruma-se bem, veste-se com cuidado, e procura apresentar-se com a beleza de sua idade, preocupando-se em ter uma aparência saudável e agradável.

O outro já não demonstra prazer em continuar vivo, abdica das conquistas, lamenta-se sempre, desfia um terço enorme de doenças e mal-estar e usa sua idade e condição de saúde, como moeda para negociar afeto ou qualquer outra pretensão, sem dar-se ao trabalho de continuar na luta “da” e “pela” vida.

Na atividade odontológica se faz necessário o conhecimento das variações emocionais pelas quais passa o indivíduo nas diferentes fases de sua vida, da infância à senilidade, devendo o cirurgião-dentista aguçar sua percepção e desenvolver a compreensão do estado emocional do paciente idoso, atentando para valorizar a função e a estética como sustentação de autoestima, proporcionando, deste modo, uma melhor mastigação, estimulando o cuidado com o próprio corpo e elevando a autoestima perdida ou diminuída.

Com os avanços que a Odontologia vem conseguindo obter, sobretudo nas últimas três décadas, com o advento da implantodontia, da criação de novas técnicas e materiais, muito se pode fazer ao idoso portador de dentes naturais, prótese fixas, removíveis ou próteses totais, no intuito de elevar significativamente sua qualidade de vida, desenvolvendo condições para que possa participar ativamente de um dos maiores prazeres da vida que é comer, com eficiência e conforto, devolvendo a possibilidade de manifestar suas alegrias através de um sorriso “natural”, estético e sem constrangimento, melhorando, inclusive, sua comunicação com o mundo.

APLICAÇÃO DOS IMPLANTES NA TERCEIRA IDADE

Do ponto de vista odontológico, cáries, doença periodontal, câncer bucal, problemas oclusais, diminuição ou falta de saliva, ausência parcial ou total de dentes são observados nos idosos e relacionam-se diretamente com as condições de saúde geral e com o grande número de medicamentos usados por estes pacientes. Daí a importância da prevenção e da manutenção de uma saúde bucal e geral, adequadas a esta faixa etária, uma vez que não é possível separar a cavidade bucal do organismo como um todo.

A ausência parcial ou total de dentes leva a uma redução na capacidade mastigatória, pois o paciente evita alimentos consistentes e fibrosos, deixando de ingerir nutrientes essenciais para a boa qualidade da sua dieta e que contribuem para exacerbar os problemas sistêmicos que, por sua idade, já possa estar apresentando.

Nos últimos anos, os implantes dentários assumiram grande importância entre a população geriátrica, onde além de melhorar a estética e a função, as próteses implanto-suportadas podem prevenir a perda de autoestima e combater o isolamento social, causados pela ausência de dentes ou destes estarem em péssima composição para um correto preparo do bolo alimentar, bem como no aspecto visual e, assim, não permitindo ao indivíduo desfrutar de um envelhecimento com boa qualidade de vida física, social e psicológica.

Os implantes dentários funcionam como “pinos” intraósseos que são capazes de reter melhor as próteses totais (“dentaduras”) em posição, evitando o seu deslocamento, podendo ser usados também como suporte para próteses fixas. O material desses implantes é o titânio puro, que é biocompatível com os tecidos bucais, ou seja, não causam danos à cavidade bucal.

O fato de ser idoso não seria uma contraindicação para o uso de implantes. Vários estudos mostram que os problemas cirúrgicos ou protéticos e as complicações encontradas em pacientes geriátricos são similares àquelas reportadas em alguns pacientes jovens ou mesmo adultos. O tratamento com implantes deveria levar em conta normas médicas de saúde geral, onde todo o esforço deve ser focado na seleção meticulosa do paciente, visando considerar possíveis condições geriátricas responsáveis por previsíveis falhas no uso de implantes.

Os pacientes da terceira idade, que hoje considero acima dos 70 anos, devido a longevidade atual e que se dispuseram a tratamentos com implantes dentários, hoje gozam de grande autoestima e satisfação ao se alimentarem sem reservas e sorrirem com satisfação.

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